Os brinquedos que não são aconselháveis para bébés, por serem potencialmente perigosos, são os brinquedos com peças de encaixe, redondas ou semi-redondas, com pontas aguçadas, bonecos e peluches com acessórios que podem ser facilmente retirados e engolidos ou enfiados no nariz e ouvidos, pistolas que lançam projécteis que podem acertar num olho…
Cuidados a ter se for comprar brinquedos:
- Observe bem o brinquedo, verifique se não tem peças soltas ou pelos que se soltam com facilidade. Procure arestas e pontas cortantes, verifique se os materiais não são tóxicos;
- Escolha o brinquedo de acordo com a idade da criança a que se destina e que contenha instruções e avisos em Português;
- Os peluches, são proibidos nas creches pelo risco que representam para as crianças alérgicas. Assim, se quer oferecer um peluche importa saber se a criança tem alergias respiratórias e, nesse caso, optar por outro tipo de brinquedos;
- Pense nas crianças da casa, para não estar a oferecer uma prenda ao mais velho que vá ser perigosa para o mais novo;
- Antes de colocar a embalagem no lixo, anote os contactos do fabricante ou importador, se ocorrer algum acidente estes são importantes;
- A maior parte dos acidentes domésticos que ocorrem com brinquedos deve-se à falta de arrumação dos mesmos, brinquedos desarrumados, espalhados pela casa, podem ser pisados e dar origem a quedas, pelo que, ensine as crianças a arrumar os brinquedos;
- Na primeira infância é importante não esquecer que os bebés até aos 2/3 anos exploram todos os objectos (incluindo os brinquedos) com a boca, por isso deverão ser privilegiados os brinquedos laváveis e com peças que não possam ser engolidas (todos os anos há inúmeros casos de asfixia em Portugal);
- Devem-se oferecer brinquedos que as crianças queiram e não aqueles que os pais gostavam de ter tido;
- Não esquecer a importância dos brinquedos na aprendizagem. É importante oferecer brinquedos ou jogos que a estimulem, mas sem excesso. Afinal ser criança é, sobretudo, brincar, e nem só com brinquedos (qual a criança que não se delicia com os “brinquedos seguros” dos adultos: tuperwares, caixas de cartão, colheres de pau, etc.
Por fim, não se esqueça que comprar não é a única solução, sobretudo em tempo de crise. Faça os seus próprios brinquedos tendo em conta os cuidados referidos acima.
Cuidados a ter se for comprar brinquedos:
- Observe bem o brinquedo, verifique se não tem peças soltas ou pelos que se soltam com facilidade. Procure arestas e pontas cortantes, verifique se os materiais não são tóxicos;
- Escolha o brinquedo de acordo com a idade da criança a que se destina e que contenha instruções e avisos em Português;
- Os peluches, são proibidos nas creches pelo risco que representam para as crianças alérgicas. Assim, se quer oferecer um peluche importa saber se a criança tem alergias respiratórias e, nesse caso, optar por outro tipo de brinquedos;
- Pense nas crianças da casa, para não estar a oferecer uma prenda ao mais velho que vá ser perigosa para o mais novo;
- Antes de colocar a embalagem no lixo, anote os contactos do fabricante ou importador, se ocorrer algum acidente estes são importantes;
- A maior parte dos acidentes domésticos que ocorrem com brinquedos deve-se à falta de arrumação dos mesmos, brinquedos desarrumados, espalhados pela casa, podem ser pisados e dar origem a quedas, pelo que, ensine as crianças a arrumar os brinquedos;
- Na primeira infância é importante não esquecer que os bebés até aos 2/3 anos exploram todos os objectos (incluindo os brinquedos) com a boca, por isso deverão ser privilegiados os brinquedos laváveis e com peças que não possam ser engolidas (todos os anos há inúmeros casos de asfixia em Portugal);
- Devem-se oferecer brinquedos que as crianças queiram e não aqueles que os pais gostavam de ter tido;
- Não esquecer a importância dos brinquedos na aprendizagem. É importante oferecer brinquedos ou jogos que a estimulem, mas sem excesso. Afinal ser criança é, sobretudo, brincar, e nem só com brinquedos (qual a criança que não se delicia com os “brinquedos seguros” dos adultos: tuperwares, caixas de cartão, colheres de pau, etc.
Por fim, não se esqueça que comprar não é a única solução, sobretudo em tempo de crise. Faça os seus próprios brinquedos tendo em conta os cuidados referidos acima.

Conselhos muito úteis! Parabéns!
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