terça-feira, 26 de abril de 2011

. Diário de Marta (VII)

-Olá Diário,

Hoje o dia até passou bem, o Pedro dormiu que nem um anjo, só acordou uma vez, o que não é nada mau…
Apesar disso, não sei, estou deprimida, algo estranho, mas já me disseram que pode ser de ter tido o Pedro há muito pouco tempo e de estar a tomar conta dele, algo a que não estava habituada, foi uma mudança radical na minha vida.
Muito sinceramente não sei o que se passa, mas também não tenho tempo para perceber, tenho é que tomar conta do Pedro e assegurar-me que ele está bem e que tem uma infância feliz…
Até amanhã….
Marta

quinta-feira, 7 de abril de 2011

. Exploração do trabalho infantil

Mais de 200 milhões de crianças continuam a ser forçadas a trabalhar diariamente no Mundo, alertou a Organização Internacional do Trabalho (OIT), salientando que três em cada quatro desses menores estão expostos às piores formas de exploração laboral: tráfico humano, conflitos armados, escravatura, exploração sexual e trabalhos de risco, entre outros.

Actividades que “prejudicam de forma irreversível o seu desenvolvimentos físico, psicológico e emocional”. Na mensagem divulgada no âmbito do Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil, que se assinala a 12 de Junho, a OIT (Organização Internacional do Trabalho) afirmou que este ano as comemorações vão dar ênfase aos desafios no combate ao trabalho infantil, sobretudo aquele tipo de trabalho que envolve raparigas; discutir o impacto que a crise económica mundial pode ter no agravamento deste flagelo e enfatizar o papel fundamental da educação na solução do problema.

A OIT defende que a “abolição efectiva” da exploração laboral das crianças – “privadas de direitos básicos, como educação, saúde, lazer e liberdades individuais” – é um “mais urgentes desafios do nosso tempo”. Por isso, as comemorações marcam também a adopção da simbólica Convenção n.º 182 da OIT sobre a proibição das piores formas de trabalho infantil.


. E o vencedor é ...

Na semana passada o título da sondagem foi “ Que fazer se suspeitares que contraíste uma doença sexualmente transmissível? ”, e as alternativas eram:

1. Tomar medicamentos sem prescrição médica; 2. Ir ao centro de saúde; 3. Falar com os pais;

As respostas mais votadas foram “Ir ao centro de saúde” e “falar com os pais”. Os que votaram “Ir ao centro de saúde” foram 16 (88 %) e os que votaram “Falar com os pais” foram 2 (12%). Nós, se tiveres essa suspeita, sugerimos que faças ambas as coisas: falas com os teus pais e eles que te acompanhem ao Centro de Saúde.

. Crianças e Cinema –o exemplo dos países nórdicos -

A Noruega, Suécia e a Dinamarca, são famosos por produzir filmes de elevada qualidade para crianças e jovens. Entre os temas principais e mais comuns contam-se os problemas do crescimento e da entrada na idade adulta. A Noruega começou a produzir filmes antes de 1921. A noção crianças não existia e os filmes eram exibidos sem qualquer restrição. Os actores do filme Ti gutter og en gjente (Dez Rapazes e uma Rapariga, 1944), do artista de teatro Alexej Zaitzow, é considerado o primeiro filme norueguês genuíno para crianças, embora várias obras anteriores tenham exercido uma atracção especial nas crianças. O filme de Zaitzow, com crianças a interpretarem os papéis principais, desenrola-se em redor da amizade; é hoje relembrado como um ponto fulcral no seio das produções norueguesas da II Guerra Mundial, quando as farsas não relacionadas com a política dominaram os ecrãs.”Entre 1944 e 1980, os realizadores noruegueses fizeram 26 filmes para crianças. O período entre 1955 e 1965 foi muito significativo…

. Amamentar

O leite humano é muito diferente do leite adaptado (leite em pó). O leite materno contém todas as proteínas, açúcar, gordura, vitaminas e água que o seu bebé necessita para ser saudável. Além disso, contém determinados elementos que o leite em pó não consegue incorporar, tais como anticorpos e glóbulos brancos. É por isso que o leite materno protege o bebé de certas doenças e infecções. O aleitamento materno protege as crianças de:


  • Alergias

  • Vómitos

  • Diarreia

  • Pneumonias

  • Bronquiolites

  • Meningites

  • Otites
Outras vantagens do leite materno para o bebé: O leite adaptado (leite em pó) é muito diferente do leite materno e a sua utilização tem riscos para o bebé: . Melhora o desenvolvimento mentl do bebé .Amamentar promove o estabelecimento de um ligação emocional, muito forte e precose, entre a mãe e a criança, designada tecnicamente por vínculo fectivo. Actualmente, sabe-se um vínculo afectivo sólido facilita o desenvolvimento da criança e o seu relacionamento com as outras pessoas .O acto de mamar so peito melhora a formação da boca e o alinhamento dos dentes



Amamentar tem vantagens também para a mãe:


.A mãe que amamentar sente-se mais segura e menos ansiosa


.Ajuda o útero a regrassar o seu tamanho normal mais rapidamente


.A perda de sangue depois do parto acaba mais cedo


.A amamentação protege do cancro da mama que surge antes da menopausa


.A amamentação protege do cancrodo ovário


.A amamentação protege da osteoporose


.A amamentação exclusiva protege da anemia (deficiência de ferro). As mulheres que amamentam demoram mais tempo para ter menstruações, por isso as suas reservas de ferro não diminuem com a hemorragia mensal


.Amamentar é muito prático! Não é necessário esterilizar e preparar biberões. Não é necessário levantar-se de noite para preparar o biberão.





Amamentação também é vantajoso para a família:


.A amamentação é mais económica para a família. Basta multiplicar o preço de um lata de leite em pó, pelo número de latas necessárias ao longo da vida da criança, e somar ainda o dinheiro gasto em biberões e tetinas.


.Os leites artificiais usados habitualmente, são feitos a partir de leite de vaca. Por essa razão, o uso de leite artificial aumenta o risco de lergia ao leite de vaca.


.As crianças que são alimentadas com leite artificial têm maior risco de vir aa sofrer de otites, amigdalites, bronquiolites, pneumonias, diarreias, infecções urinárias e sépsis.


.As crianças alimentadas com leite em pó, além de terem maior risco de sofrer as infecções referidas, as infecções de que sofrem surgem com maior gravidade, porque o seu sistema imunitário não recebe a ajuda dos anticorpos, glóbulos brancos e outros factores imunológicos presentes no leite materno..


.As crianças alimentadas com leite artificial têm maior risco de desenvolver linfomas.



    .As crianças que são alimentadas com leite em pó têm maior risco de vir a sofrer de Diabetes tipo I (insulino-dependente).



      .As crianças que são alimentadas com leite artificial têm maior risco de sofrer obesidade na vida adulta.



        .As crianças alimentadas com leite em pó têm maior risco de desenvolver eczema, asma e outras manifestações de doença alérgica.






        segunda-feira, 4 de abril de 2011

        . Fotos do desenvolvimento do bébé na barriga da mãe

        bebe3 Fotos do desenvolvimento do bebê na barriga da mãe Momento em que um espermatozóide chega ao óvulo para a fecundação

        bebe4 Fotos do desenvolvimento do bebê na barriga da mãe

        O embrião surge em poucos dias, mas ainda não parece humano


        bebe6 Fotos do desenvolvimento do bebê na barriga da mãe Logo o feto está pronto e flutua suavemente no interior do ventre materno


        bebe5 Fotos do desenvolvimento do bebê na barriga da mãe Terceiro mês de gestação


        bebe7 Fotos do desenvolvimento do bebê na barriga da mãe Entre o quinto e sexto mês de gestação, a silhueta está completa


        bebe2 Fotos do desenvolvimento do bebê na barriga da mãe O bebê já está completamente formado e já pode inclusive sonhar


        bebe11 Fotos do desenvolvimento do bebê na barriga da mãe Últimos instantes… o bebê está pronto para nascer

        . Testemunho de uma mãe adolescente (Nicole)

        Jovens demais para serem mães


        “Meu namorado era do tipo bonitão, tinha dinheiro, podíamos sair e nos divertir. Quando minha menstruação não veio, percebi que havia algo errado. Como ia contar para minha mãe? Como isso aconteceu comigo? Eu só tinha 16 anos e não sabia o que fazer.” — Nicole.

        HOJE Nicole está com mais de 30 anos, tem três filhos — o mais velho com 20 anos — e é uma mãe dinâmica e segura de si. Anos atrás ela era uma entre milhões de jovens adolescentes solteiras grávidas. Assim como outras mães adolescentes, estava num atoleiro de desafios assustadores, decisões difíceis e perspectivas obscuras. Nicole quase não fala sobre o choque, a recusa, o temor, o ódio e o desespero que caracterizaram os últimos anos de sua adolescência, tempo em que suas colegas se preocupavam com roupas e notas na escola. A situação de Nicole, no entanto, não era incorrigível. Ela tinha uma família amorosa, que havia tentado incutir-lhe excelentes princípios de moral. Embora depois tenha decidido não viver por algum tempo à altura desses princípios — sofrendo as conseqüências por isso —, Nicole mais tarde pôs em prática esses mesmos valores e veio a ter uma vida produtiva e significativa. Seu lema tornou-se: “Sempre há esperança.” Mãe adolescente com inveja de outras jovens Infelizmente, nem todas as mães adolescentes têm uma família que as apoie — ou essa atitude otimista de Nicole. Quando menos esperam, vêem-se num estado de pobreza aparentemente sem esperança. Algumas têm de lidar com os efeitos emocionais do estupro e da violência. Essas circunstâncias não são nada boas para o futuro dos bebés de mães adolescentes. Segundo o livro Teen Moms—The Pain and the Promise (Mães Adolescentes — A Angústia e a Promessa), os bebês de mães adolescentes “costumam nascer abaixo do peso ideal, ter mais doenças infantis, ser mais suscetíveis à mortalidade infantil, receber cuidados médicos inadequados, sofrer mais com a fome e a subnutrição, estar mais expostos à violência e ter um desenvolvimento mais lento comparado ao de bebês cujas mães têm mais idade”. De fato, a probabilidade de filhas de adolescentes também engravidarem na adolescência é maior do que a de jovens nascidas de mães com mais idade. http://www.watchtower.org/t/20041008/article_01.htm

        .Os bébés e o japão


        Até bébés japoneses nascidos após terremoto passam por teste de contaminação radioativa



        O medo continua em Fukushima três semanas depois do terremoto, que junto com a tsunami matou mais de 10 mil pessoas no Japão. Até hoje os moradores passam por testes para medir o nível de radioatividade, já que houve vazamento na central nuclear. Nagashima Rio, por exemplo, nasceu no dia 15 num hospital a 50 quilômetros dos reatores, mas mesmo assim passa pela medida de segurança. O bebé está num abrigo em Koriyama, a 70 quilómetros da central.

        .Top 100 de nomes para raparigas

        1º Beatriz 2º Yasmin 3º Sofia 4º Alice 5º Lara 6º Gabriela 7º Bianca 8º Júlia 9º Laura 10º Clara 11º Carolina 12º Luisa 13º Ana 14º Rafaela 15º Eduarda 16º Alícia 17º Maria 18º Bárbara 19º Manuela 20º Camila 21º Vitória 22º Mariana 23º Valentina 24º Lívia 25º Nicole 26º Leticia 27º Sara 28º Bruna 29º Larissa 30º Ágata 31º Isadora 32º Helena 33º Yara 34º Luana 35º Melissa 36º Iara 37º Íris 38º Laís 39º Brenda 40º Amanda 41º Isabel 42º Catarina 43º Rebeca 44º Isis 45º Diana 46º Lorena 47º Emanuela 48º Matilde 49º Inês 50º Leonor 51º Yasmine 52º Kelly 53º Joana 54º Daniela 55º Heloísa 56º Maísa 57º Raquel 58º Karen 59º Sabrina 60º Taís 61º Juliana 62º Laila 63º Fernanda 64º Cecília 65º Aline 66º Patrícia 67º Marina 68º Jade 69º Érica 70º Lis 71º Natália 72º Talita 73º Débora 74º Madalena 75º Ingrid 76º Ariana 77º Micaela 78º Jessica 79º Anita 80º Carol 81º Priscila 82º Margarida 83º Paloma 87º Pamela 88º Elisa 89º Anabela 90º Lia 91º Olívia 92º Milene 93º Ariela 94º Isa 95º Adriana 96º Joyce 97º Paula 98º Petra 99º Marcela 100º Renata

        .Estatísticas sobre a Gravidez na adolescência

        De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística, relativos ao Inquérito à Fecundidade e Família, Portugal continua apresentar uma mais elevadas taxas de gravidez na adolescência da Europa (6,8%, no final da década de 90). Em pleno século XXI, ainda há muitos jovens sem informação no que diz respeito à sua própria sexualidade. Mas, mais do que falta de informação, é o medo de assumir a vida sexual activa e a falta de espaço para a discussão dos valores com os pais/adultos que, muitas vezes, acaba por levar à gravidez indesejada. No entanto, há também que considerar as gravidezes falsamente indesejadas, geradas pela necessidade de afecto das raparigas ou para forçar o parceiro a assumir a relação. Esta ocorrência culmina com as gravidezes que se dão para serem o pretexto de a rapariga poder sair de casa, deixar o seu meio familiar, quase sempre desestruturado e desequilibrado, movido pelo sonho de encetar uma vida nova com a esperança num futuro feliz e harmonioso. Não é regra. Infelizmente esses sonhos quase nunca se tornam realidade... De acordo com estudo "Mães Adolescentes - Alguns Aspectos da sua Inserção Social", realizado por Isabel Lereno, Carla Gomes e Paula Faria, em 1993, na Maternidade Júlio Dinis (Porto), "as conclusões apontam no sentido de as jovens que engravidam e prosseguem com a gravidez até ao parto pertencerem a grupos sociais desfavorecidos e com uma subcultura própria em que os padrões de comportamento e organização familiar diferem da norma social estabelecida." A adolescência é (ou deveria ser) um período de descoberta do mundo, dos amigos, de uma vida social mais ampla... Assim, a gravidez pode interromper, na adolescente (falamos no feminino, porque normalmente é a rapariga que acaba por se privar das suas actividades para cuidar da gestação e da criança), esse processo de desenvolvimento que é próprio da idade. Acrescem as responsabilidades e há que assumir o papel de adulta, já que se vê "obrigada" a dedicar-se aos cuidados maternos. O prejuízo é duplo: nem é uma adolescente plena, nem será inteiramente adulta! Mas, ao contrário do que acontecia anteriormente, a informação está agora mais disponível aos jovens. As delegações da APF - Associação para o Planeamento da Família (por exemplo, através do projecto de Estudo, Prevenção, Apoio à Gravidez e Maternidade na Adolescência "Mamãs de Palmo e Meio"), os Centros de Saúde, as diversas linhas de apoio e os programas de educação sexual nas escolas são alguns exemplos da ajuda que os jovens podem encontrar. A disponibilização de preservativos nas escolas, uma medida que tem gerado alguma polémica, foi objecto de um estudo recente realizado nos E.U.A.. As conclusões da pesquisa vêm revelar que esta disponibilização não contribui para o aumento da actividade sexual entre os adolescentes. A medida tem um efeito positivo na protecção dos que já iniciaram a vida sexual, nomeadamente ao nível da prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Salienta-se ainda que, tendo sempre em atenção o facto de os adolescentes serem um grupo com uma vida sexual particularmente activa, e como medida de protecção para as doenças sexualmente transmitidas ou para uma gravidez indesejada, a legislação portuguesa estabelece que devem ser tomadas medidas para melhorar as condições de acesso e atendimento dos jovens nos hospitais e centros de saúde. Face à disponibilidade e facilidade de acesso à informação e à abertura que se verifica na discussão de temas relacionados com a sexualidade, parece que o problema reside no assumir de um atitude que faça a prática ser eficiente. Ou seja, a partir do momento que os adolescentes têm acesso à informação, devem gerar uma atitude: a de a pôr em prática. Muitos ainda têm a ideia que com eles não acontece nada de mal. Esse tipo de coisas acontece sempre aos outros. De facto, não é raro ouvir uma mãe adolescente afirmar que "nunca pensei que isso pudesse acontecer comigo, embora soubesse que podia engravidar". E quando descobrem que estão grávidas, a maior parte das adolescentes passa por momentos de grande angústia e tensão. Têm medo de contar ao namorado (se é que a relação é estável), de contar aos pais, que os amigos descubram e as isolem. A opção, para muitas, é o aborto, feito às escondidas, muitas vezes sem dizerem nada a ninguém. Outras optam (seja por medo ou por falta de recursos financeiros, ou até mesmo pelas suas convicções) por enfrentar tudo e todos e ir avante com a gravidez. Tanto umas como outras acabam por marcar irremediavelmente as suas vidas: forçam-se casamentos, interrompem-se planos de vida e as crianças, mesmo que sejam muito amadas, são um imprevisto que fica para sempre. Muitas vezes, o medo da jovem pode levá-la a esconder a gravidez até às últimas consequências. Nesse casos, a falta de uma acompanhamento médico desde o início, pode trazer complicações, tanto para a mãe como para a criança. Para as que decidem ter o filho, a fantasia deixa de existir para dar lugar à realidade na hora do parto. É um momento muito delicado que pode gerar medo, angústia e rejeição. E, quando não há apoio da parte da família, companheiro e amigos, o futuro da adolescente fica seriamente comprometido. Interrompem-se os estudos (muitas vezes até definitivamente) e hipoteca-se a oportunidade de arranjar o emprego dos seus sonhos... Viver ao mesmo tempo a própria adolescência e ser pai também não é tarefa fácil. Da mesma forma, o jovem adolescente que se torna pai vê-se envolvido na dupla tarefa de lidar com as transformações da idade e as da paternidade, que requerem trabalho, estudo, educação do filho e cuidados com a companheira, esposa ou "apenas" mãe do seu filho. A somar a isto, quando a relação não é estável ou foi apenas uma aventura, as relações entre duas famílias que "não têm nada em comum excepto a criança" podem ser muito tensas e até hostis... E quem sofre não é só a criança, são todos os envolvidos. Quanto mais informação os adolescentes tiverem, quanto melhor a qualidade da mesma, mais condições eles terão de fazer as escolhas correctas para não prejudicar a sua vida. Mas dar apenas informações técnicas aos jovens não basta. É muito importante que os jovens tenham espaço para fazerem perguntas, conversarem com amigos e parentes mais velhos e aconselharem-se com um especialista quanto à escolha do melhor método contraceptivo. É essencial que também sejam orientados em casa, na família, que falem e sejam ouvidos, sem preconceitos ou julgamentos. http://www.educacao.te.pt/pais_educadores/index.jsp?p=86&id_art=221

        sábado, 2 de abril de 2011

        . Amamentar

        O leite humano é muito diferente do leite adaptado (leite em pó).

        O leite materno contém todas as proteínas, açúcar, gordura, vitaminas e água que o seu bebé necessita para ser saudável. Além disso, contém determinados elementos que o leite em pó não consegue incorporar, tais como anticorpos e glóbulos brancos. É por isso que o leite materno protege o bebé de certas doenças e infecções.







        O aleitamento materno protege as crianças de:











        • Alergias

        • Vómitos

        • Diarreia

        • Pneumonias

        • Bronquiolites

        • Meningites

        • Otites







        Outras vantagens do leite materno para o bebé:














        • Melhora o desenvolvimento mental do bebé;

        • Amamentar promove o estabelecimento de uma ligação emocional, muito forte e precoce, entre a mãe e a criança, designada tecnicamente por vínculo afectivo.Actualmente, sabe-se que um vínculo afectivo sólido facilita o desenvolvimento da criança e o seu relacionamento com as outras pessoas;


        • O acto de mamar ao peito melhora a formação da boca e o alinhamento dos dente.
        Amamentar tem vantagens também para a mãe:




































        • A mãe que amamenta sente-se mais segura e menos ansiosa;


        • Amamentar faz queimar calorias e por isso ajuda a mulher a voltar, mais depressa, ao peso que tinha antes de engravidar;


        • Ajuda o útero a regressar ao seu tamanho normal mais rapidamente;


        • A perda de sangue depois do parto acaba mais cedo;


        • A amamentação protege do cancro da mama que surge antes da menopausa;


        • A amamentação protege do cancro do ovário;


        • A amamentação protege da osteoporose;


        • A amamentação exclusiva protege da anemia (deficiência de ferro). As mulheres que amamentam demoram mais tempo para ter menstruações, por isso as suas reservas de ferro não diminuem com a hemorragia mensal;


        • Amamentar é muito prático! Não é necessário esterilizar e preparar biberões. Não é necessário levantar-se de noite para preparar o biberão.








        Amamentar também é vantajoso para a família:









        A amamentação é mais económica para a família. Basta multiplicar o preço de uma lata de leite em pó, pelo número de latas necessárias ao longo da vida da criança, e somar ainda o dinheiro gasto em biberões e tetinas.


        O leite adaptado (leite em pó) é muito diferente do leite materno e a sua utilização tem riscos para o bebé:





























        • Os leites artificiais usados habitualmente, são feitos a partir de leite de vaca. Por essa razão, o uso de leite artificial aumenta o risco de alergia ao leite de vaca.


        • As crianças que são alimentadas com leite artificial têm maior risco de vir a sofrer de otites, amigdalites, bronquiolites, pneumonias, diarreias, infecções urinárias e sépsis.


        • As crianças alimentadas com leite em pó, além de terem maior risco de sofrer as infecções referidas, as infecções de que sofrem surgem com maior gravidade, porque o seu sistema imunitário não recebe a ajuda dos anticorpos, glóbulos brancos e outros factores imunológicos presentes no leite materno.


        • As crianças alimentadas com leite artificial têm maior risco de desenvolver linfomas.


        • As crianças que são alimentadas com leite em pó têm maior risco de vir a sofrer de Diabetes tipo I (insulino-dependente).


        • As crianças que são alimentadas com leite artificial têm maior risco de sofrer obesidade na vida adulta.


        • As crianças alimentadas com leite em pó têm maior risco de desenvolver eczema, asma e outras manifestações de doença alérgica.

        sexta-feira, 1 de abril de 2011

        . Crianças abandonadas pelos pais e atiradas para instituições onde nem sempre são bem tratadas.


        Filhos de pais alcoólicos e drogados são maltratados, são metidos em instituições e por aí ficam ao abandono. As famílias nunca os vão visitar, acabando por crescer num meio sem carinho e onde são tão maltratados como no meio de onde vieram. Quando crescem, estes jovens raramente têm uma vida normal. São revoltados e muitos tornam-se delinquentes.


        Nos lares, as crianças que têm pais não podem ser adoptadas sem eles darem autorização, o que raramente acontece, acabando por ali ficar até serem maiores de idade. Outras são abandonadas pelos pais, e vivem a vida com a esperança de virem a ser adoptados, para terem aquilo que nunca tiveram… afecto!



        Os sonhos destas crianças não é terem uma play-station, uma televisão, um telemóvel, é simplesmente terem um pai e uma mãe, uma família!


        Os culpados, na maioria destas situações, são os pais. Muitas vezes são pessoas muito pobres, sem condições, e mesmo assim fazem muitos filhos, para depois os abandonar. É uma tristeza, as crianças não pedem para vir ao mundo. Mas já que existem muitas crianças nas instituições, acho que estas deveriam ser fiscalizadas com mais frequência, para garantir que as crianças que vivem nelas tenham um pouco de carinho e conforto, entregues a pessoal especializado que tenha em conta as reais necessidades das crianças que estão sob a sua guarda. Um pouco de carinho não custa nada, e é só isso que aquelas crianças querem, para que possam crescer e serem pessoas adultas com vidas normais…

        Um pouco de carinho...