segunda-feira, 4 de abril de 2011

. Testemunho de uma mãe adolescente (Nicole)

Jovens demais para serem mães


“Meu namorado era do tipo bonitão, tinha dinheiro, podíamos sair e nos divertir. Quando minha menstruação não veio, percebi que havia algo errado. Como ia contar para minha mãe? Como isso aconteceu comigo? Eu só tinha 16 anos e não sabia o que fazer.” — Nicole.

HOJE Nicole está com mais de 30 anos, tem três filhos — o mais velho com 20 anos — e é uma mãe dinâmica e segura de si. Anos atrás ela era uma entre milhões de jovens adolescentes solteiras grávidas. Assim como outras mães adolescentes, estava num atoleiro de desafios assustadores, decisões difíceis e perspectivas obscuras. Nicole quase não fala sobre o choque, a recusa, o temor, o ódio e o desespero que caracterizaram os últimos anos de sua adolescência, tempo em que suas colegas se preocupavam com roupas e notas na escola. A situação de Nicole, no entanto, não era incorrigível. Ela tinha uma família amorosa, que havia tentado incutir-lhe excelentes princípios de moral. Embora depois tenha decidido não viver por algum tempo à altura desses princípios — sofrendo as conseqüências por isso —, Nicole mais tarde pôs em prática esses mesmos valores e veio a ter uma vida produtiva e significativa. Seu lema tornou-se: “Sempre há esperança.” Mãe adolescente com inveja de outras jovens Infelizmente, nem todas as mães adolescentes têm uma família que as apoie — ou essa atitude otimista de Nicole. Quando menos esperam, vêem-se num estado de pobreza aparentemente sem esperança. Algumas têm de lidar com os efeitos emocionais do estupro e da violência. Essas circunstâncias não são nada boas para o futuro dos bebés de mães adolescentes. Segundo o livro Teen Moms—The Pain and the Promise (Mães Adolescentes — A Angústia e a Promessa), os bebês de mães adolescentes “costumam nascer abaixo do peso ideal, ter mais doenças infantis, ser mais suscetíveis à mortalidade infantil, receber cuidados médicos inadequados, sofrer mais com a fome e a subnutrição, estar mais expostos à violência e ter um desenvolvimento mais lento comparado ao de bebês cujas mães têm mais idade”. De fato, a probabilidade de filhas de adolescentes também engravidarem na adolescência é maior do que a de jovens nascidas de mães com mais idade. http://www.watchtower.org/t/20041008/article_01.htm

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