Quando Marta chegou das compras com D.Ílidia, subiu até ao 1º andar. À hora de almoço, a mesa já estava posta, mas Marta tropeçou no tapete e deixou cair a travessa do arroz de cenoura que tinha nas mãos. Belmira chateou-se com Marta, e a jovem, coitada, foi falar com D. Ílidia. Mas ela também ficou zangada com o ocorrido, e Marta subiu para o quarto triste. Apertou Pedro com carinho, e cantou-lhe com ar sorridente. Bruna entra de repente no quarto, a perguntar se queria almoçar. Ela, para não dizer “não”, foi. Depois de almoço, Marta e Susana, foram dar um passeio. Passaram uns rapazes, e um deles, o Filipe, perguntou-lhes se eram baby-sitters ou irmãs mais velhas. Marta ia contar a verdade, mas Susana antecipou-se e disse que eram baby-sitters. Eles ainda se meteram com as jovens, mas depois acabaram por ir embora. À noite, Marta lia o seu livro de António Nobre, intitulado “Só”. Como por “milagre”, Pedro adormeceu. Devia ter sido por ouvir a voz da mãe. Marta, arrumou o livro de poesia no armário e foi ver se o filho dormia soltamente. Viajar, foi sempre o seu sonho. Mas só depois de arranjar uma casa para ela e Pedro. A História sempre fora a sua disciplina favorita. Ela sempre quis conhecer a China. O Pedro ia adorar, sonhava ela. Se pudesse, punha Pedro numa escola de línguas, já que não era fisicamente parecido com ela, nesse aspecto das línguas teria o mesmo gosto que a mãe. Mais uma vez, lembrou-se de Fred. Não o conhecera bem, é verdade. Ser mãe, não era fácil. Por outro lado, não se aprendia nos livros, era aos poucos. Depois, acabou por adormecer.
Força aí, miúdo! Logo que acabes a tarefa das sinopses, quero ver-te a puxar por essa imaginação!
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